Viajar para a China requer boa pesquisa, diferentemente das viagens que gosto de nada planejar, encarar o oriente sozinha sem um bom plano não parecia uma boa ideia.

Todos os nossos métodos, pesquisa e acessos às nossas tradicionais mídias sociais não funcionam na China. Então um bom vpn se faz necessário para que você continue com o acesso ao Google maps, por exemplo. E não seja necessário mandar sinais de fumaça para casa!

Reservas de hotéis, pelo menos dos primeiros dias e siga. Guilin é o primeiro destino. 

Guilin faltou na viagem que fiz para a China em 2006, fui embora sem saber porque raios tinha escolhido o pacote turístico (socorro!) tradicional e deixado para trás as tão exóticas montanhas. 

Na paixão pelo stand up paddle a pesquisa pelos rios mais bonitos do mundo me apontou novamente a cidade chinesa banhada pelo rio Li. 

A viagem foi longa e já a introdução à culinária local; não me pergunte o que eu comi no café da manhã, eu não faço a menor ideia. Mas a fome era tanta que “pega os dois pauzinhos se serve e não reclama.” Prometo na próxima refeição tirar foto do que eu efetivamente comi, e não do que eu não comi e talvez morresse de fome.

Peguei um transfer de carro, ali minha viagem começou a ficar mais colorida. 

O caminho do aeroporto até o centro é sempre com um paisagismo impecável, a bagunça de carros e letreiros fica camuflada pelo verde. A cidade me lembra um pouco o Rio de Janeiro no conceito de natureza bruta e cidade coexistentes! 

Quando avistei as formações dos morrotes quase chorei, talvez fosse o som do violino que tocava uma música chinesa no carro.

Cheguei tarde no hotel, mas ainda tive tempo para uma longa caminhada; rodear um famoso parque da cidade no por do sol.

E ainda apreciar as pagodas da lua e do sol, de dia e lindamente iluminadas a noite. Bem vindos à Guilin!