Com o dia ensolarado era de se esperar que a entrada estivesse lotada. Eu tentando entender que ônibus tinha que pegar para ir para a gôndola. (Instrução que Wally, o dono do meu hotelzinho tinha me dado.)

Até o dia de hoje tinha conseguido evitar grandes multidões. Estar naquela muvuca de Chines tomando cotovelada me estressou logo cedo. Socorro!

Ônibus até a gôndola que me levaria até a parte de cima do parque. A subida foi bem pacífica e já dava para ver as belezas que o dia prometia.

Peguei outro ônibus que levava para região central alta do parque, onde estão as famosas vistas do filme Avatar. Ali me bateu o desespero porque tinham muitas pessoas; aí tive que alterar o que Mr Wally tinha me sugerido e fugi!

Comecei a descer desenfreadamente pela trilha, até encontrar sossego, paz, e silencio. É como se aquela aglomeração de pessoas (vale lembrar que Chines fala alto) me impedisse de me conectar com a montanha ou o entorno e bloqueasse a energia.

Já na trilha sozinha aos poucos fui me restabelecendo novamente.

Fiz caminhos deslumbrantes em muitos momentos fiquei totalmente sozinha. A paisagem aqui também é única e magica.

Depois de uma longa caminhada cheguei lá embaixo e resolvi pegar um “trenzinho” já no asfalto peguei outro ônibus para ir até a base do elevador. A quantidade de “andares” que ele subiu literalmente num piscar de olhos que não deu nem para absorver o panorâmico do Guiness.

Lá em cima novamente pessoas disputando espaço para tirar foto, mais uma vez achei a trilha e desci até a base das torres de pedra.

Terminei a primeira parte do dia caminhando na pacífica trilha Golden Stream. Onde chinesas exibiam seus trajes e costumes coloridos! Apaixonante!