DUATHLON – circuito fitness – Rio de Janeiro

Aproveitando a ida pro Rio, Régis e Inês, nossos amigos cariocas descolaram um duathlon no domingo para a gente competir. “Luli, vamos nos inscrever no “Fitness” que é curtinho. Vamos só na brincadeira!”

Seriam 2 quilômetros de corrida, seguidos de 4 km de bike e novamente mais 2 km de corrida para finalizar.

“Vamos Bia?”
“Vocês estão loucos, isso é explosão pura!”

As 11 da manhã mesmo com algumas nuvens no céu, o calor era digno do Rio de janeiro. No aterro do Flamengo abençoados pelo visual incrível do Pão de Açúcar largamos para a morte.

Acostumada com provas de endurance fiz pouquíssimas provas de explosão, então mais uma vez optei pelo “plano tosco” (aprendi o plano com a equipe de aventura OSKALUNGA, ainda bem que eles não patentearam porque é o meu favorito) ele consta no seguinte: largue para morrer e torça para cair depois do pórtico de chegada.

Alinhada para largar já ouvia meu coração bater descontroladamente, adrenalina corria solta pelo meu corpo.
“É só brincadeira? Alguém me ensina a brincar pelo amor de Deus!”

Hesitei em sair por alguns segundos, pois meu cérebro tentou identificar se aquele tímido apito era realmente o sinal da largada. Pronto! Plano tosco em ação; saí como se fosse correr apenas 200 metros e não dois quilômetros  Claro que foi só correr esse pequeno trecho para começar a pensar que o fim estava próximo, e nesse caso o meu e não o da prova…

O circuito era em voltas, tanto na corrida como na bike era possível ver quão perto estavam as oponentes. Quando cheguei na transição para pegar a bike, fiz o que eu já tinha ensaiado algumas vezes. Acredite, no dia anterior eu passei um bom tempo fazendo cálculos sapatilha X tênis / transição X performance. Até trocar de cadarço de tênis para um mais prático eu troquei! Também optei pela sapatilha porque o 1 minuto (calculo que fiz que demoraria em duas transições) eu provavelmente tiraria na bike clipando o pé.

Minha preocupação era perder a diferença que eu tinha aberto das mulheres justamente quando entrasse na bike porque não tenho treinado pedal mas felizmente consegui manter minha posição. Transição para a corrida final.
É difícil administrar a liderança:
“Vai! Você está 40 segundos na frente da segunda colocada, levanta esse joelho.”_ gritou um dos treinadores que acompanhava a prova e para minha sorte parecia estar do meu lado.

Na corrida final pensava que tudo o que eu podia fazer era torcer. Torcer para que o meu melhor fosse melhor que a segunda colocada, se ela resolvesse atacar eu não teria forças para responder porque seguindo o plano tosco; me segurava para não cair antes do pórtico.

Ao som das buzinadas da moto batedora que me acompanhava e aos gritos da torcida dos amigos cruzei o pórtico em primeiro lugar.

Obrigada Régis e Inês pela hospitalidade e hospedagem 5 estrelas de sempre, carinho e amizade. Rosanne e Luiz é sempre bom estar com vocês. Bia e Gabriel que as nossas aventuras na cidade maravilhosa se tornem rotina.

Sigvaris Sports, New Balance, Suunto, Rocky Mountain, Hope, Neaf, Cofides com vocês a festa só melhora! Que venham mais brincadeiras como essa!

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7 Responses

  1. Eu te vi ontem lá…
    Foi a minha primeira vez tb no Duathlon e agora só penso em quando será o próximo !
    Você corre muito… vi o seu tempo agora no site da FTERJ e fiquei mais de 1 minuto atrás de você !!!!
    Parabéns e muitas outras provas assim !!!!

    Leandro Oliveira

  2. Uau! Deve ser uma prova deliciosa. Nunca corri nada que tivesse transição. É disso que tenho medo. Sou super desajeitada para largar, clipar, e tals. Parabéns gata! Arrasou.

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