Que Kitesurf que nada, o negócio é topless!

As sete da manhã estávamos de pé. Eu esperançosa com o dia cheio de vento, mas ainda com água na barriga do dia anterior.
Depois de montar todo o equipamento e lançarmos o kite, minha professora polonesa ia entrar na água comigo. Foram algumas tentativas e muita luta, o mar acordara desordenadamente enfurecido.

Depois do primeiro “wash machine” na segunda tentativa frustada de passar a rebentação a instrutora alerta:
“O mar está muito bravo hoje, talvez seja melhor a gente não insistir.”
Olhando para as ondas revoltas mesmo contrariada tive que dar o braço a torcer. Para mim ser muito difícil aprender kite naquelas condições.

Não muito longe dali Jesus parecia não se importar muito com as grandes ondas e curtia a prática iniciante do esporte já em cima da prancha.

O momento da minha frustração logo passou; eu estava em Tulum, o paraíso hippie perdido das deusas e deuses. Eu estava no mar do Caribe, na praia, com cachorros felizes, com Ceviche, Guacamole e uma ótima máquina fotográfica em mãos.
Life is good.

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