Zêzere Xpedition {Day 1}

Logo após a nossa semana trabalhando (levando um grupo a Santiago de Compostela) temos alguns dias de folga antes da Dri voltar para o Brasil.

Eu tinha guardado “na manga” a exploração do Zêzere, mais um dos rios lindos de Portugal para quando a Dri viesse.

Nesse interim também descobrimos que em uma das pranchas da Flower People X é possível remar em dupla.

“Vamos encarar uma aventura de tandem?” (Como se já não bastasse uma tandem bike…)

Assim nasceu mais uma aventura; com pouca programação e muitas ideias.

Organizar as coisas e sair do Porto não foi uma função agilizada, depois de duas horas de estrada chegamos em Foz de Alge. 

Mesmo sem saber se a prancha aguentaria com nós duas e as nossas pequenas malas entramos na água confiantes. 

Foram alguns segundos até se estabilizar e poder comemorar; Temos uma prancha tandem!

O vento era caudal e nos ajudou imenso a navegar ao próximo destino.

O percurso de oito quilômetros de rio Zêzere entre Foz de Alge e Dornes é lindo; cheio de curvas onde natureza abundante de colinas que morrem na água, às vezes se mistura com paisagens de vilarejos portugueses e seus campos verdes.

Uma hora e meia de remada foi a medida para chegarmos a Dornes, uma aldeia das maravilhas de Portugal.

Em terra firme paramos para pesquisar onde poderíamos ficar na nossa frente um alojamento local Casa da Avó.

Guiadas pelo destino entramos num café que estava quase fechando. “Sim é aqui que temos as chaves, aquela é a Avó.”

Uma senhora simpática analisava nossos coletes, remos e flores com curiosidade.

Tomamos uma sopa as seis da tarde antes do café fechar. De barriga cheia nos mostraram a casa e nos deram as chaves.

A aldeia que atualmente tem 23 habitantes parece nossa. Não há pessoas na rua. O silêncio é quebrado pelo vento e pelos passarinhos que ainda excitados comemoram mais um dia de sol.

No final de tarde saímos para dar uma volta e descobrir os encantos da Nossa Senhora do Pranto.

Amanhã tem mais! 

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