Buena Vista, lá vamos nós!
Dirigindo um carro (seria um caminhão?) lá vim eu sozinha em 3 horas de estrada.

2008,2011,2015,2016,2018,2022. Seis anos de voluntariado me dão direito a guiar uma van da organização e me livrar de ter que descobrir como chegar ao destino.
Primeira parada em Buena Vista é o super mercado. Só em descer do carro já descubro que saí da “América”. Pessoas magras, um toque alternativo, aquele ar de gente conectada com a terra, mais hippies, conscientes da natureza.
Buena Vista tem um pequeno centro charmoso tirado dos filmes de bang-bang, com lojinhas de camping, artesanato e produtos locais, restaurantes saudáveis, construções charmosas.

Estamos há 2400 metros de altitude, as montanhas próximas beiram os 4 mil. É normal sentir cansaço pela falta de ar para quem, como eu, vem quase do nível do mar.

Depois de um dia de pernas pro ar, para ver se meu corpo começa se aclimatar, pediram me para ir buscar dois atletas que irão competir 3 dias de prova: Carolina e Arne, uma costa riquenha e um belga super simpáticos.

Levei os até o acampamento onde estavam Houda, Ryan, Joe, já nos preparativos e montagem do acampamento.

Abraços apertados de reencontro.
Depois levei o casal até o centro.

Aproveitei para comprar um travesseiro para tentar garantir um sono melhor na barraca nos próximos dias que virão.

Claro que me deparei com anti ursos e lembrei dos episódios de encontros que tive ao longo desses anos de Transrockies. Estou pronta para mais aventuras!
Voltei para “casa” que estarei mais duas noites, antes da largada do primeiro dia.
Pernas pro ar e trata hidratar.
“Luli? Poder vir buscar a gente na cidade?!”
Amanhã é a retirada dos kits.


