Total do dia: 23,5k 4h07
Hoje saímos remando de Koh Chang com destino a ilhas menores. O segundo dia de paddle é encarar o mar aberto.

“Vamos remar beirando a praia e depois viramos para a ilha.”
Tineke que já remou na primeira edição disse que poderia ser uma boa opção.

“Eu estou com uma prancha estável. Sou a mais lenta do grupo. Nah, acho que vou arriscar ir direto no azimute.” pensei que se a estratégia desse errado eu não teria nada a perder.

Mirei na primeira ilha que me daria a direção para segunda, poucos metros depois da largada já me distanciei do rebanho.

Os primeiros quilómetros estavam tranquilos, mas não demorou muito para o vento entrar. De lado! Oh no!
A distância eu vi que o Michael também resolveu remar direto. O mar estava tão batido e o vento castigando; era impossível remar na esquerda porque a prancha virava automaticamente no mesmo instante.
Eu nem piscava para não perder o ritmo e nem o foco; um telhado vermelho na segunda ilha, onde seria nosso almoço.
Inacreditavelmente eu estava com o mesmo pace de 6k/h mesmo remando só do lado direito num mar muito batido.
O americano a essa altura já remava sentado. Chegando perto da primeira ilha Ko Khlum passei ele.

Não enxergava onde estava o outro barco muito menos os outros atletas.
Oh sofrencia!
Eu seguia na respiração tentando controlar o esforço extra aplicado, e na empolgação porque achava que a estratégia poderia ter sido boa.
Quando comecei a me aproximar de
Ko Wai vi outros atletas chegando no barco, cheguei praticamente junto com a Aukje, e logo em seguida Michael. Doze quilómetros feitos.
Estratégia concluída com sucesso.

Hora da parada, relaxar, nadar, e almoçar no barco, numa baia paradisíaca. “Hum spring rolls!”

Segunda parte do dia o vento já não estava de lado e o mar menos picado. Já no começo fiquei pra trás, talvez todo o esforço da manhã estava pesando agora.

Ko Mak estava tão longe que a paisagem nem mudava, a sensação de remar no mesmo lugar me quebra o psicológico, pelo menos de manhã tinha o vento para brigar.

O plano era, antes de azimutar no hotel, remar em direção ao Edwin, o fotógrafo, que esperava numa praia incrível, passar por uns rochedos negros aí sim seguir para o hotel.

Quase chegando na lá passo Michael pela segunda vez e junto Aukje e Janneke “Vai na frente para ter a sua foto.”

Segui e depois rumamos para a chegada.
Ko Mak, uma ilha pequena, uma praia linda e tranquila.

Os dias terminam sempre com água de côco e massagem. Oh Tailândia!

Amanhã tem mais!


One Response
Foquei na massagem😂 só porque fico na sofrência da remada 😂
Sigo junta, cantando e remando♡